A planilha é a melhor ferramenta do mundo até deixar de ser. Ela começa resolvendo e, em algum momento, passa a ser o problema: versões paralelas, fórmulas que ninguém entende, dados que só uma pessoa sabe atualizar.

Alguns sinais são claros. Quando a mesma informação é digitada em dois lugares. Quando fechar o mês depende de uma noite virada. Quando uma pessoa de férias trava um processo inteiro. Quando ninguém confia no número sem conferir a origem.

Nenhum desses sinais pede "mais uma aba". Pede um sistema desenhado a partir do processo real. É o ponto em que a operação superou a planilha — e continuar nela passa a custar caro.